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DOMINGO, 25/7: Inflação e desemprego tiram arroz e feijão do prato do brasileiro e olimpíadas em destaque

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25 de julho de 2021

O Globo

No Congresso, 81% das parlamentares já foram alvo de violência política

Elas relatam oportunidades limitadas, assédio e agressões, em enquete do Globo

Oito em cada dez deputadas federais e senadoras já sofreram algum tipo de violência política de gênero em seus mandatos, revela enquete do Globo respondida por 73 das 90 parlamentares. Mais da metade delas foi alvo de ataques dentro do próprio Congresso Nacional, informa Bianca Gomes. Nos diversos espectros ideológicos, colhem-se relatos de assédios moral e sexual, interrupção constante de fala, limitação da atividade parlamentar, racismo, e nas redes, ameaças de estupro e morte. Mais de um terço delas já foi chamada de louca. Projeto aprovado no Senado cria regras para coibir essas agressões.




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OLIMPÍADAS

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Folha de S. Paulo


Inflação e desemprego tiram arroz e feijão do prato do brasileiro

Aumento nos preços de alimentos, gás e luz priva fatia mais pobre da população até dos produtos mais básicos

A alta de preços combinada com o desemprego recorde já priva o prato do brasileiro mais pobre da refeição-símbolo do país, o arroz com feijão. Óleo de soja, feijão e carne foram trocados por banha de porco, lentilha e ovo por causa da inflação, que afetou o custo dos alimentos. O arroz quebrado assumiu o lugar do padrão.

Frutas e verduras já haviam sido retiradas do cardápio. Em seguida, as pessoas em situação de insegurança abdicaram da carne e dos laticínios, segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional.

Com o desemprego em 14,7% no trimestre encerrado em abril e a redução do auxílio emergencial, o consumo de carne bovina teve queda de 40% em cidades como Cuiabá, tendo sido trocada por frango. Em todo o país, a adoção de ovos na dieta cresceu 9%. As classes D e E passaram a comer mais apresuntados, empanados e pães industrializados.

Pesam ainda no orçamento dos mais pobres a disparada de 24% do preço do gás de botijão nos 12 meses até junho e o salto na conta de luz, de 14%. Para a fatia da população que ganha menos de R$ 1.650,50, a faixa de renda mensal mais baixa, a inflação foi de 9,2% no período, a maior variação para um grupo de renda entre todos os pesquisados pelo Ipea.





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O Estado de S. Paulo


Partidos elevam verba para fundações, que são menos fiscalizadas

Desde 2019, legendas repassaram R$ 414 milhões; fonte é o Fundo Partidário

Partidos políticos estão destinando parcelas cada vez maiores da verba do Fundo Partidário para as fundações mantidas por eles mesmos – as legendas recebem bilhões de reais para operar e fazer campanhas. Em 2019, em média, 22% das despesas dos partidos foram para as fundações. Em 2020, foram 28%, informa Bruno Ribeiro. Neste ano, a média chega a 39%, segundo dados preliminares do Tribunal Superior Eleitoral, cujo Sistema de Prestação de Contas Anual não divulga o gasto dessas instituições, obrigatório por lei. Toda legenda precisa ter uma e destinar ao menos 20% dos recursos do fundo. O objetivo das fundações deveria ser capacitar integrantes sobre políticas públicas, mas nos últimos anos gastos sem relação a funções educativas foram investigados. Desde 2019, as fundações receberam R$ 414 milhões das legendas. Há partidos que chegam a mandar para as fundações mais da metade de suas despesas, como PSC, Progressistas e PSL.




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