Críticas de Renato Pike à vinda do Superpão para Canoinhas estremece relação com Passos

Wilmar Sudoski, Paulo Glinski, Galeski, Passos, Verka, Cochask e Osmar Oleskovicz/Divulgação

Nomeação de Nilson Cochask para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico agravou relação

 

 

TURBULÊNCIA NA BASE

Assim que Nilson Cochask (PR) foi nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico, o vice-prefeito e presidente do PR, Renato Pike, se apressou em contar a nomeação como uma vitória do PR que, emplaca assim, mais um posto importante no governo Beto Passos (PSD). Não é bem assim.


 

 

A foto que ilustra a coluna de hoje é autoexplicativa. Tirando o nomeado e Edmilson Verka, que assumiu seu lugar na Câmara de Vereadores, além do presidente da Câmara, Célio Galeski, só constam integrantes do PSD. Foi nesse encontro que foi acertado o arranjo para tirar Cochask da Câmara. A pasta, por sinal, é da cota do PSD na divisão do governo com o PR.

 

 

Ademais, Passos não está nem um pouco contente com seu vice. Considerou fogo amigo as declarações de Pike ao programa Repórter 98, da 98FM, sobre o Superpão. Pike criticou o investimento, afirmando que Canoinhas não precisa de mais concorrência, sugerindo que o setor supermercadista já está saturado. Contrariando o discurso do governo, disse que o Município só soube do investimento depois que o grupo já tinha comprado o terreno. A relação entre prefeito e vice tem sido tensa.

 

 

 

 

NÃO GOSTO, NÃO QUERO

Cochask tem dito para quem quer ouvir que não simpatiza com o presidente do seu partido. Atribui a ele uma articulação para limá-lo da Secretaria de Obras.

 

 

 

PREPOTÊNCIA

Tido como imexível no governo Moisés da Silva, o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, mandou uma banana aos deputados estaduais ao não comparecer a uma audiência pública ontem na Assembleia para discutir o impacto do fechamento dos escritórios regionais da Celesc.

 

Ganhou o que pediu: uma convocação para falar sobre a reestruturação da empresa no Plenário da Assembleia Legislativa.

 

SÓ MUDA O NOME

Antigamente as instâncias regionais que cuidam da Educação no Estado se chamavam Ucre, depois passaram a se chamar Gerei, mais tarde, Gered. A cada novo governo, nova nomenclatura.

 

 

Agora, sob a pecha da economia, Moisés dá outro nome para o órgão que faz o mesmo trabalho de sempre. Ontem, ele anunciou uma rede de 36 gerências regionais de educação que, adivinhe, passarão a ter outro nome. O serviço, no entanto, continua o mesmo.

 

Faltou dizer, no entanto, onde estarão essas 36 gerências, superintendências, ou seja lá que nome o governador decidir chamá-las.

 



 

 

ENCONTRO

O PSL de Canoinhas promove neste sábado, 27, no Clube Lafayette, a partir das 14hs, encontro regional com a presença do deputado estadual Sargento Lima, deputado federal Fábio Schiochet e João Carlos Neves Neto, presidente do PSL Jovem Estadual. Participam ainda as suplentes de deputada estadual Vanessa Carazzo, Jana Marla, Cleusa Corrêa e todas as representantes do PSL Mulher em SC.

 

 

No encontro ser!ao apresentadas as executivas do PSL homologadas na região da Associação dos Municípios do Planalto Norte (Amplanorte). Também serão apresentados os projetos do PSL para 2020 e as revindicações regionais em relação ao governo estadual e federal.

 

 

 

4,7%

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MAIS CORTES

A proposta de reforma administrativa do governo Moisés propõe o fim do Procon estadual. A medida tem tudo para não passar. O Procon tem um trabalho intenso na defesa do consumidor. Seu fim teria enorme impacto.

 

 

 

CHINELA TAMBÉM NÃO

Vejam só com que tipo de situação a Justiça vez ou outra tem de lidar. Uma jovem ofendida nas redes sociais em 2016, após avaliar negativamente um estabelecimento comercial da praia Brava, em Itajaí, que a impediu de consumir no local sob a alegação de que não atendia pessoas com caixa térmica, será indenizada em R$ 10 mil por dano moral. A decisão partiu do juiz Rodrigo Coelho Rodrigues, titular da 4ª Vara Cível da comarca de Balneário Camboriú, que já trabalhou em Canoinhas, e foi publicada nesta semana no Diário da Justiça.

 

 

O caso teve grande repercussão na época. A jovem relatou que foi passar o dia na praia com suas amigas e resolveram comer algo em estabelecimento localizado na praia Brava, quando o garçom teria negado o atendimento sob alegação de que não atendiam pessoas com caixa térmica. Ela então utilizou as redes sociais para promover uma avaliação crítica do estabelecimento. Após isso, entretanto, o dono do bar passou a difamá-la, também através das redes sociais, com publicações dirigidas a ela em palavras ofensivas, tais como: “xinelona (sic) que leva isopor para a praia”. A grafia da frase é de autoria do acusado.

 

 

 

 

 

 




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