Corregedoria do TJSC vai visitar região de Canoinhas para colher demandas


Fórum da comarca de Canoinhas/Fátima Santos

Durante as correições judiciais são analisados os indicadores que mais impactam no fluxo de trabalho das unidades

 

DEMANDAS

Com o objetivo de colher sugestões, críticas e reclamações, a Corregedoria Geral da Justiça (CGJ), do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, realizará, no início de outubro (dias 8 e 9), inspeções presenciais no Planalto Norte catarinense. O corregedor-geral da Justiça, desembargador Henry Petry Junior e a juíza-corregedora do Núcleo III, Sônia Eunice Odwazny, coletarão informações de magistrados e servidores, de representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, de advogados e também da comunidade local.

 


 

 

As inspeções presenciais vão acontecer na comarca de Canoinhas (1ª e 2ª Varas Cíveis e na Vara Criminal); na comarca de Rio Negrinho (1ª e 2ª Varas) e comarca de São Bento do Sul (1ª, 2ª e 3ª Varas). Durante as correições judiciais são analisados os indicadores que mais impactam no fluxo de trabalho das unidades e, por consequência, na celeridade da prestação jurisdicional.

 

 

 

Pelo cronograma, as correições presenciais na comarca de Canoinhas estão marcadas para o dia 8 de outubro, das 16h às 16h30, no Fórum da Comarca. No dia 9 de outubro, é a vez da comarca de Rio Negrinho, no horário das 10h às 10h30, no fórum local. Nesta mesma data, das 11h30 às 12h, acontecem as correições presenciais da comarca de São Bento do Sul.

 

 

 

 

Com base em dados estatísticos, é realizado trabalho de orientação às atividades de cartórios e gabinetes dos Juízes, incluindo os normativos e programas da corregedoria e as ferramentas disponíveis nos sistemas, que permitem melhor gerenciamento dos processos judiciais e da própria distribuição de tarefas entre os servidores. Nos dias 13 e 14 de agosto deste ano, as correições aconteceram nas comarcas de Joinville, Garuva e Itapoá, na região norte de Santa Catarina.

 

 

 

 

 

 

PÚBLICO

A organização da 23ª Fesmate disse que mais de 50 mil pessoas passaram pelos quatro dias de festa pelo Parque de Exposições Ouro Verde. Os dados são discutíveis, no entanto, se considerarmos a lotação da plateia do palco principal, com limite para sete mil pessoas. Sem dúvida os shows foram o maior atrativo da festa. Dessa forma, teríamos 28 mil pessoas – isso sem considerar que o show de Alexandre Pires não teve nem metade da lotação. Fica difícil imaginar que outras 22 mil pessoas foram à festa apenas para desfrutar das barraquinhas e da Exposição de produtos regionais. Quem passou pelo parque nos quatro dias afirma que em nenhum dia o parque teve grande fluxo de pessoas.

 

 

Pode parecer implicância, mas não é. A festa é uma referência histórica local. Adulterar números para dizer que é “a maior”, “a melhor” é uma forma de alterar a história, sob pena de  as gerações futuras terem uma visão errada do que foi a festa no passado.

 

 

Não é o número de público que faz o sucesso de uma festa. Esta foi ótima só pelo fato de ter um índice baixíssimo de ocorrências policiais, por reunir as famílias, por não ter grandes falhas na organização e, principalmente, por ter sido abraçada pela comunidade.

 

 

 

 

 



CONTRA A PAREDE

Está nas mãos do presidente da República Jair Bolsonaro a decisão de sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19). Para valerem já nas eleições municipais de 2020, as novas regras precisam ser sancionadas até o dia 4 de outubro.

 

 

Eleito com o discurso de responsabilidade sobre os recursos públicos e contra as regalias da classe política, a decisão do presidente pode ser uma boa resposta prática ao discurso.

 

 

 

 

 

400%

é quanto cresceu o número de novos processos no Tribunal de Contas da União em duas décadas

 

 

 

 

IRREGULAR

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Luciano Hang por propaganda irregular no período que antecedeu as Eleições de 2018. O motivo foi um vídeo, gravado dentro de uma loja Havan de São Bento do Sul, em que o empresário pede apoio político ao presidente, então candidato, Jair Bolsonaro (PSL). A multa é de R$ 2 mil – o mínimo previsto em lei para esse tipo de irregularidade.

 

 

 

Ocorre que, pela legislação eleitoral, a loja é considerada bem de uso comum. A ação foi movida pela coligação “Para Unir o Brasil”, que tinha à frente Geraldo Alckmin (PSDB). O processo relata a maneira como Hang se dirigiu ao público, formado em sua maioria por funcionários da loja:

 

 

 

“Todos sabem a minha posição. Eu sou Bolsonaro! Bolsonaro! Quero uma salva de palmas”. A ação diz que, na sequência, ele pede que o público repita: “Bolsonaro! Bolsonaro! Bolsonaro!”. E conclui: “Pra esse Brasil mudar, pra esse Brasil melhorar, Bolsonaro Presidente”.

 

 

 

 

 

 

“O Estado manda para Brasília  R$ 50 bilhões em arrecadação. E só recebe R$ 8 bilhões em obras e serviços. O Governo começa mal. Isto é inaceitável”

do deputado Darci de Matos, criticando o corte de 40% nas verbas para a saúde catarinense previsto no orçamento 2020

 

 





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