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Corpo de Eike Bach é sepultado em Canoinhas

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Aparentemente ele sofreu um infarto

Foi sepultado às 11 horas deste domingo, 29, no Cemitério Municipal de Canoinhas, o corpo do empresário Alfredo Eike Bach. Ele morreu na manhã deste sábado, 28, próximo das 11 horas, aos 83 anos. Entre as inúmeras atividades profissionais, administrou por vários anos a extinta Casa Erlita e fundou ao lado da esposa, Helga, a nora Juceia e o filho Marcio o Restaurante Doces e Fricotes. Eike estava no Supermercado Bom Dia da Avenida quando sofreu um ataque fulminante e já caiu morto. A suspeita é de que ele tenha sofrido um infarto.

O Governo de Canoinhas emitiu uma nota lamentando a morte de Eike, que entre inúmeras atividades foi presidente da Fundação Cultural Helmy Wendt Mayer: “Aos amigos e familiares, a nossa solidariedade. Que Deus traga conforto aos corações enlutados.”

O empresário teve uma vida dedicada à valorização cultural de Canoinhas, além de atuar no Rotary, no Hospital Santa Cruz e na Câmara Dirigentes Lojistas (CLD). Por 25 anos foi ele o responsável por dar corda no relógio da Igreja Matriz. Apaixonado pela cultura alemã, trouxe várias orquestras germânicas para apresentações antológicas em Canoinhas.

Em 2019 o JMais publicou uma entrevista com Alfredo (Eike) e Helga falando sobre suas trajetórias.

Eike era nascido em Porto União, em 17 de agosto de 1938, mas veio ainda criança para Canoinhas. O pai inaugurou uma loja de armarinhos em 1947 na esquina onde hoje está a Magazine Luiza, na rua Francisco de Paula Pereira. Um ano depois o pai de Eike comprou o prédio onde hoje está o Restaurante Doces e Fricotes e criou a Casa Erlita, que vendia de tudo um pouco. Mais tarde, a marca Erlita abarcou ainda uma videolocadora e uma agência de turismo.

Helga foi trabalhar na Casa Erlita e ajudar a mãe de Eike na casa da família, mas os dois já se conheciam desde a infância. Na juventude, começaram “a se olhar de maneira diferente”, como conta Helga, e os dois começaram a namorar. Do namoro de dois anos veio o casamento e os três filhos do casal.

“Exemplo e respeito. A liberdade de mim termina onde começa a do outro. É o que fica, o resto vai tudo embora. Hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais”, disse Eike ao JMais quando perguntado que lições gostaria que ficassem quando não estivesse mais aqui.