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Congresso e governo fecham acordo para recriar auxílio emergencial, carnaval sem festejos e corte de verbas para ações na Amazônia

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Sábado, 13 de fevereiro de 2021

 

 

 

O Globo

 

 

Manchete: Congresso e governo fecham acordo para recriar auxílio

Medida será incluída na PEC do Pacto Federativo, principal proposta de Guedes

Após reunião do ministro da Economia, Paulo Guedes, com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), foi anunciado acordo da cúpula do Congresso e do governo para destravar o auxílio emergencial. Uma “cláusula de calamidade” deverá ser incluída na PEC do Pacto Federativo, enviada por Guedes ao Legislativo no fim de 2019. A proposta prevê desindexação do Orçamento e medidas de ajuste fiscal. Se avançar no Congresso, o auxílio pode começar a ser pago em março, em quatro parcelas de R$ 250. PÁGINA 17.

 

 

 

  • Ainda sob efeito do contágio do Natal, país pode ter repique da Covid
  • Jogos de Tóquio: Presidente do Comitê Organizador, Yoshiro Mori renuncia após falas machistas
  • Bolsonaro dá pasta a aliado de ACM Neto
  • Rio vai vacinar idosos de 83 e 84 anos contra Covid até terça-feira
  • Em revés para Doria, PSDB estende mandato de seu presidente

 

 

 

CARNAVAL 2021

  • Vazio na passarela e no coração
  • A falta que a festa faz também no bolso

 

 

 


 

 

Folha de S. Paulo

 

 

Manchete: Governo e Congresso veem auxílio com contrapartida

Benefício voltaria em março, e PEC do pacto federativo teria cláusula de calamidade

Após uma nova rodada de negociações, equipe econômica e Congresso chegaram
a um acordo para destravar o auxílio emergencial a partir de março, incluindo como
contrapartida mecanismos de ajuste fiscal. O benefício deverá ser pago por três meses ou mais, se necessário. O anúncio foi feito após reunião entre os presidentes de Câmara e Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Paulo Guedes (Economia) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). Será incluída cláusula de calamidade em
medidas de controle fiscal. “É fundamental que haja a possibilidade de uma cláusula de calamidade pública na PEC do pacto federativo”, declarou Pacheco. Segundo o senador, somente com a flexibilização a assistência será possível, classificando o programa como prioritário até o fim da pandemia. “Estamos todos na mesma luta, com vacina em massa,
auxílio o mais rápido possível e reformas, particularmente esse marco fiscal”, afirmou Guedes. MercadoA16

 

 

  • Bolsonaro envia projeto que muda tributo estadual sobre combustíveis
  • Falhas de planejamento emperram vacinação
  • Estudo diz que uso de duas máscaras é mais eficaz
  • Senador cobra do Brasil repúdio a ataque ao Capitólio
  • Pandemia frustra parte dos planos de comemoração do Ano-Novo Chinês
  • PSDB reage a Doria e renova mandato de seu presidente
  • Governador Paulo Egydio Martins morre aos 92 anos
  • Autora narra abuso que elevou Marilyn a estrela em nível que já não existe mais

 

 

ESPORTES

  • São Paulo contrata argentino Hernán Crespo para ser novo técnico do clube
  • Chefe dos Jogos de Tóquio deixa cargo depois de comentários sexistas
  • Confinamento faz Aberto da Austrália mandar público para casa durante partida

 

 

 

CARNAVAL 2021

  • Empresa que der folga poderá exigir reposição a seus empregados
  • Com fiscal caça-festas e multas, cidades adotam ações contra folia
  • Para compensar a falta da rua, festa terá programação de lives

 

 


O Estado de S. Paulo

 

 

Manchete: Proteção da Amazônia perde recursos e ações de militares

Cortes de verbas de órgãos responsáveis por fiscalizar crimes ambientais se intensificaram nos últimos dois anos

Com o anunciado fim das ações militares de fiscalização na Amazônia, caberá a agentes do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) a fiscalização, monitoramento e proteção da floresta. Os dois órgãos, porém, enfrentam cortes de
verba e sucateamento. No Ibama, o orçamento usado na “prevenção e controle de incêndios florestais”, uma das áreas mais sensíveis da fiscalização, caiu de R$ 49,9 milhões, em 2019, para um valor previsto de R$ 29,7 milhões em 2021. Nas ações de controle e fiscalização ambiental em geral, o Ibama contava com R$ 111,8 milhões em 2019
e, em 2021, deverá ter, na melhor das hipóteses, R$ 96 milhões. O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) disse que depende de autorização de Paulo Guedes (Economia) para tentar recompor pelo menos o valor de 2020 e aguarda a aprovação do Orçamento de
2021. METRÓPOLE / PÁG. A16

 

 

  • Por auxílio, Congresso promete ‘novo marco fiscal’
  • Bolsonaro, como Lula, quer diálogos da Lava Jato
  • Aliado de ACM Neto vai para pasta da Cidadania
  • São Paulo fecha com o técnico argentino Crespo
  • Mario Draghi assume o governo da Itália
  • Prévia do PIB de 2020 indica tombo de 4,05%