Congressistas defendem auxílio por mais 3 meses e pressão leva Santos a desistir de Robinho em destaque neste sábado


Marcello Casal Jr /Agência Brasil

Sábado, 17 de outubro de 2020

 

 

 

O Globo

 

 

Manchete: Narcomilícia expande domínio e polícia do Rio vê elo com política

Força-tarefa já matou 17 criminosos. Candidatos serão chamados a depor

Em uma das maiores ações contra a narcomilícia que domina a Zona Oeste e parte da Baixada Fluminense, e avança pela Costa Verde, uma força-tarefa da polícia matou 17 criminosos e prendeu 18 pessoas esta semana. Na noite de quinta-feira, milicianos do Bonde do Ecko, Wellington da Silva Braga, chefe da principal quadrilha do Rio, abriram fogo contra agentes das polícias Civil e Rodoviária Federal, em Itaguaí. Doze deles morreram. As ações acontecem depois do assassinato de dois candidatos a vereador na Baixada. A polícia recebeu denúncias e vai interrogar candidatos que fazem campanha em áreas dominadas pela milicia. PÁGINAS 21 E 22.

  • ‘O Rio está no caminho da hegemonia de uma milícia’

 

 

 

  • Para não furar teto, Guedes já admite manter o Bolsa Família
  • Escândalo de estupro leva Santos a desistir de Robinho
  • Plenário do STF julgará suspensão de senador
  • Marine Le Pen busca novo discurso para 2022
  • Eleição nos EUA: Twitter desiste de bloquear reportagem

 

 


 

 

Folha de S. Paulo

 

 

Manchete: Congressistas defendem auxílio por mais 3 meses

Contra a ideia, Guedes considera ‘indesculpável’ usar Covid para obter estímulo

Com a dificuldade do governo em cortar recursos para acomodar o Renda Cidadã no Orçamento, congressistas têm defendido a extensão por mais três meses do decreto de calamidade pública, que vence em 31 de dezembro. Isso alongaria o auxílio emergencial de R$ 300. Paulo Guedes (Economia) afirmou ser contrário à proposta. O vice-líder do PSD no Senado, Vanderlan Cardoso (GO), que também integra a base aliada e a comissão da reforma tributária, é favorável à ideia. “Essa pandemia até o fim do ano não vai diminuir assim”, declarou.

Ontem, o ministro defendeu deixar brecha para acionar uma espécie de novo Orçamento de guerra apenas se houver mais ondas de coronavírus. “Se a Covid voltar em 2021, é diferente. Mas é totalmente indesculpável usar uma doença para pedir estímulo artificial”.

Na Câmara, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) , já disse ser contra a prorrogação. No Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) não se manifestou. Mercado A17

  • Desemprego sobe no Norte e Nordeste após redução de benefício

 

 

 

 

  • Senadores devem atrasar análise do caso da cueca
  • Operações contra milícias matam 17 no Rio em 24h
  • Para Gilmar, Fux é demagógico ao prometer atuação
  • Vaga em creche, exige aval de pais, afirma secretário
  • Demanda por iates de lixo no País cresce durante a pandemia
  • Guedes diz preferir nova CPMF, ‘esse imposto de merda’
  • Na volta com público, Osesp faz escuta introspectiva
  • Homens veem direito a salário-maternidade
  • Morto é levado ao banco para ter pensão sacada
  • Corte genital em menina russa expõe mutilações

 

 

  • Pressionados, Santos e Robinho anunciam suspensão de contrato
  • Jogador se diz perseguido pela Globo e se compara a Jair Bolsonaro

 

 


 

O Estado de S. Paulo

 

 

Manchete: Decisão de Fux mira manobra para escolher relator no STF

Presidente da Corte quer impedir que defesa chegue a ministro desejado protocolando e desistindo de habeas corpus

A libertação do traficante André do Rap pelo Supremo Tribunal Federal expôs prática adotada por advogados de alguns condenados: a apresentação de diversos pedidos de habeas corpus, até conseguir que a ação chegasse ao ministro que mais lhes agradasse. A manobra já era conhecida pelos ministros, mas só agora foi questionada. No fim da sessão de quinta-feira, que definiu que a prisão do líder do PCC deveria ser mantida, o presidente da Corte, Luiz Fux, publicou resolução para coibir essa prática. Pela regra em vigor, o ministro sorteado recebia, automaticamente, todos os demais processos vinculados ao primeiro, mas havia exceções, agora extintas. Quando um processo for reapresentado, automaticamente irá para o relator sorteado na vez anterior. Pelo menos 21 criminosos beneficiados pelas decisões do ministro Marco Aurélio são procurados, segundo apurou o Estadão.a soltura do traficante também levantou debate sobre decisões monocráticas, as tomadas por apenas um ministro. Ontem, Fux disse que a Corte deveria ter apenas decisões colegiadas. POLÍTICA PÁG. A4

 

 

  • BNDES vai entregar parques para concessão
  • Pressão leva Santos a desistir de Robinho
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  • Auxílio ajuda a elevar receita de 14 Estados
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