Com a desistência de Célio Galeski, seis vagas serão certamente renovadas na Câmara de Vereadores


Vereador Célio Galeski/Arquivo

Apenas quatro vereadores concorrem a reeleição

 

 

 

CHANCES

Historicamente metade da Câmara de Vereadores de Canoinhas se renova a cada quatro anos. Geralmente, cinco dos dez vereadores costumam se reeleger. Neste ano tudo será diferente. Isso porque nem metade dos atuais dez vereadores concorre a reeleição, a princípio.

 

 

 

 

Norma Pereira (PSDB) e Paulinho Basilio (MDB) foram para a majoritária. Telma Bley e Camila Lima (ambas MDB) já deram declarações que não vão a reeleição. Paulo Glinski (PSD) já assumiu a coordenação de campanha de Beto Passos e Renato Pike, o que confirma que de fato o advogado não vai mesmo a reeleição. Apesar de ter sido registrado como candidato pelo PSL, Célio Galeski afirmou ontem que não vai concorrer.

 

 

 

 

Salvo Telma e Camila voltem atrás – as candidaturas podem ser registradas até sábado, 26 -, serão seis vagas que certamente serão renovadas na legislatura 2021-2024. Não é pouca coisa.

 

 

 

 

Sabe-se que vereadores têm muito mais chances de conquistarem um segundo mandato por causa da visibilidade e experiência que o cargo proporciona. Se essa premissa se confirmar no atual pleito, dois dos quatro que disputam a reeleição vingariam, abrindo oito vagas para os novatos, atuais suplentes ou gente que ficou fora da política nos últimos anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NÚMEROS

A coluna de ontem estimou em 195 o número de candidatos a vereador em Canoinhas neste ano, um recorde absoluto estimulado pelo fim das coligações na proporcional. Porém, o número final, a ser contabilizado no sábado, 26, quando encerra o período de registro de candidaturas, não deve chegar a tanto.

 

 

 

Isso porque o Cidadania e o PSC não devem lançar chapa de candidatos a Câmara e pelo menos o PSL já conta com a desistência de Célio Galeski. O PRTB, por sua vez, deve lançar 11 nomes, a princípio. Cada partido pode lançar até 15 nomes.

 

 

 

 

Dessa forma, seriam 146 candidatos lançados pelo PSD, MDB, PRTB, Democracia Cristã, Podemos, PSDB, PL, Progressistas, PDT e PSL. Mesmo assim, um alto número se comparado às eleições 2016, quando 113 se candidataram à Câmara.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SÓ PENSAM NAQUILO

Não deu quórum ontem na sessão da Câmara de Vereadores de Três Barras. Somente o presidente da Casa, Bano Mendes, Marco Antonio de Souza, Ernani Wogeinaki Jr e Laudecir Gonçalves compareceram. Dessa forma, a sessão foi capitulada.

 

 

 

Na reta final para registrar candidaturas, os vereadores só pensam em eleições.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONTAGEM

Já são 60 candidatos a vereador de Canoinhas registrados no sistema do Tribunal Regional Eleitoral. Todos da coligação que apoia a reeleição de Beto Passos (PSD).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISTRIBUIÇÃO

O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina iniciou o trabalho de distribuição das urnas eletrônicas para as Eleições 2020. Serão entregues 16.568 equipamentos que atenderão as 13.641 seções eleitorais nas 99 Zonas Eleitorais existentes no estado. Desse total, 2.917 urnas são de contingência, ou seja, utilizadas para substituir, em caso de necessidade, aquelas que apresentarem defeitos durante a votação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DEU RUIM

Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, por unanimidade, desaprovaram as contas do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em Santa Catarina relativas ao exercício financeiro de 2017. A agremiação partidária deverá recolher ao Tesouro Nacional o valor de R$ 18.810.

 

 

 

 

 

O relator do processo, juiz Wilson Pereira Júnior, decidiu desaprovar as contas do PCdoB em SC em razão das seguintes irregularidades: não apresentação de extratos e recebimento de recursos do Fundo Partidário quando havia a penalidade de proibição de recebimento. Os outros juízes do TRE-SC acompanharam o voto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AJUDA

Os membros da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa aprovaram nesta segunda-feira, 21, a realização de uma audiência pública para discutir a abertura de linha de crédito em favor das escolas particulares de ensino infantil em Santa Catarina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GUERRA NO CLÃ

Deputados estaduais catarinenses não gostaram da interferência de lideranças nacionais, como a deputada Carla Zambelli, no processo de impeachment do governador e da vice.

 

 

 

Zambelli é aliada da vice-governadora, Daniela Reinehr, e a tem defendido nas redes sociais. O deputado Eduardo Bolsonaro fez o mesmo. Ambos afirmam que ela não teve participação nas acusações contra o governador, de ter dado aumento irregular a procuradores do Executivo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Carla Zambelli é uma barraqueira irresponsável”

da deputada estadual catarinense Ana Campagnolo (PSL)

 

 





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