Clima de déjà vu dá o tom na primeira parte da 10ª temporada de The Walking Dead


FOX/Divulgação

Série dá ainda mais sinais de exaustão

 

 

ROTEIRO ESGOTADO


Quando terminou a 9ª temporada de The Walking Dead a coluna decretou que ela não empolgava mais. Para quem já tinha chegado até ali, como eu, não custava nada assistir a 10ª temporada que, parece o início do fim da saga dos sobreviventes do apocalipse zumbi.

 

 

 

A primeira parte da 10ª temporada encerrada no domingo passado (mais oito episódios estreiam em fevereiro de 2020) mostra que o diagnóstico só piora. 

 

 

 

 

Li que os produtores estão preocupados em conquistar novos fãs da série baseada em HQ, mas a pergunta que fica é: seria justo com os fãs antigos da série serem submetidos a loopings e mais loopings de cenas que vemos desde a primeira temporada?

 

 

 

Creio ser bem mais fácil que o show perca espectadores do que ganhe com essa estratégia.

 

 

 

Os oito primeiros episódios foram insossos e pouco empolgantes. Alpha é interessante, ok, até porque está sendo defendida pela inigualável Samantha Morton, mas não vejo nada muito diferente nela do que se viu em Negan, agora convertido ao grupo da vilã da vez.

 

 

 

Aliás, essa história dos vilões é o que a série conseguiu desgastar mais. Virou praxe a cada temporada surgir um novo vilão que, invariavelmente, vai atormentar a vida dos sobreviventes de Alexandria. Deu já né? Não, na cabeça dos roteiristas é esse desfile de malucos para ver quem comete mais maldades que interessa ao espectador.

 

 

 

Falando por mim, quero mais é um desfecho digno destes 10 anos, o que parece cada vez mais distante à medida que a série vai esticando uma história que já se esgotou.





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