Canoinhas pode ter maior número de candidatos a prefeito em mais de 20 anos


Se Norma Pereira e Paulinho Basilio não se entenderem, Canoinhas pode ter cinco candidatos

 

 

 

RECORDE

Desde 2004 que Canoinhas não tinha perspectiva de tantas candidaturas a prefeito. O mais surpreendente, em uma eleição com traços de plebiscito, o que ocorre sempre que tem um candidato a reeleição no páreo e quando, se sabe, a pulverização de candidaturas de oposição ao prefeito só o favorecem.

 

 

 

Pois bem, além da possibilidade de igualar o recorde de 2004, Canoinhas pode ter o maior número de candidatos em mais de 20 anos. Há cinco candidaturas dadas como certas até o momento. Este número só reduz para três se Norma Pereira (PSDB) e Paulinho Baslio (MDB) se entenderem e convidarem Paulo Machado (PSB) para compor. Oficialmente já temos as candidaturas de Beto Passos (PSD) e Ivan Krauss (PRTB).

 

 

 

 

Norma admite que tem conversado com Paulinho e uma nova e derradeira reunião deve ocorrer nesta segunda-feira, 14. MDB e PSDB marcaram convenção para esta quarta-feira, 16, último dia possível para definir candidaturas. Será um ano de fortes emoções, até o último minuto possível.

 

 

 

 

 

 

AOS DADOS

Em 2000, Canoinhas teve quatro candidatos  a prefeito (Orlando Krautler, Leoberto Weinert, José Jair Krauss e Sérgio Moreira). Em 2004, novamente quatro candidatos (Leoberto Weinert, João Rosa Muller, Didi Ecker e Sérgio Moreira). Quatro anos depois, três candidatos novamente (Leoberto Weinert, João Rosa Muller e Edmilson Verka). Em 2012, apenas dois candidatos (Beto Faria e Beto Passos). Na última eleição, os mesmos candidatos, com placar favorável, desta vez, para Passos.

 

 

 

 

 

 

 

 

TRÊS BARRAS

Três Barras também deve ter número elevado de candidatos. Já são três candidaturas confirmadas: Luis Shimoguiri (PSD), André Neves (PRTB) e Gilson Nagano (PL). Marco Antonio de Souza (MDB) deve confirmar candidatura nesta terça-feira, 15, elevando para quatro o número de candidatos, o mesmo de 2000.

 

 

 

 

 

 

 

AOS DADOS 

Em 2000 foram quatro candidatos (Gerson Eduardo de Souza, Milton Aurelio Uba de Andrade, Luiz Divonsir Shimoguiri e Haidê de Fatima Padilha). Quatro anos depois, três candidatos (Joel Basilio, Luiz Divonsir Shimoguiri e José Augusto da Costa). Em 2008, três candidatos (Elói Quege, Joel Basilio e Jorge Luiz de Souza Filho).

 

 

Quatro anos depois, em 2012, novamente, três candidaturas (Elói Quege, Luiz Divonsir Shimoguiri e Jorge Luiz de Souza Filho). Já na última eleição, apenas dois candidatos (Luiz Divonsir Shimoguiri e Emilio Gazaniga).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DOS QUARTÉIS PARA AS URNAS

Na primeira campanha após a vitória de Jair Bolsonaro, que foi acompanhada de uma eleição recorde de agentes de segurança para cargos legislativos, este ano mais de dois mil policiais e militares vão disputar um cargo de prefeito, vice-prefeito ou vereador. Levantamento do jornal O Globo mostra que ao menos 2.239 deles já pediram afastamento de suas funções para concorrer. No caso dos policiais militares e membros das Forças Armadas, o prazo se encerra no registro das candidaturas, que vai até o dia 26.

 

 

 

 

 

VAI LEVANDO

Com discurso em prol da transparência e do enxugamento de gastos, PSL, PSB e PL recebem verba para manter gabinetes especiais de liderança no Senado, mesmo sem atender requisito de possuir mínimo de três parlamentares. Os partidos ganham R$ 250 mil por mês cada e empregam até duas dezenas de assessores, embora tenham apenas dois senadores filiados na atual legislatura.

A Rede Sustentabilidade, com a desfiliação recente do senador Flavio Arns (PR), que foi para o Podemos, será o próximo partido a perder o direito ao espaço e aos cargos. As legendas argumentam que, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, não puderam ainda acertar com o comando da Casa a situação e se adequar às regras internas.

 

 

 

 

 

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COPIA E COLA

Se as eleições de 2018 foram marcadas por esquemas de candidatas laranjas nos partidos políticos, as de 2020 já começam sob suspeita de simulação de reuniões para definir os critérios de distribuição do bilionário fundo eleitoral, a maior fonte de recursos públicos para os candidatos a prefeito e vereador.

 

 

 

O jornal Folha de S. Paulo identificou ao menos quatro partidos que entregaram ao  Tribunal Superior Eleitoral atas de reuniões partidárias com trechos idênticos entre si, um “Ctrl+C/Ctrl+V” que indica a suspeita de que siglas possam ter burlado exigências legais.

 

 

 

O PSL, por exemplo, saiu da condição de nanico em 2018 e terá neste ano direito à segunda maior fatia do bolo, quase R$ 200 milhões, por ter recebido uma expressiva votação na onda que elegeu Jair Bolsonaro presidente da República.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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foi quanto aumentou o número de ocorrências envolvendo crimes digitais durante a pandemia no Brasil. 148% foi o aumento de golpes pela internet

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EFEITO

O impacto do auxílio emergencial destinado pelo Governo Federal para amenizar os efeitos na economia não afetou somente o mercado de arroz, não. A magnitude é tamanha que incrementou em 1,7% o PIB catarinense. No Piauí esse impacto foi de 28,1%.





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