Campo d’Água Verde terá farmácia básica

Posto de saúde do Campo d'Água Verde/Priscila Noernberg /Divulgação

Projeto está sendo desenvolvido desde o ano passado; inauguração acontece na quarta-feira, 28                                      

 

Inaugura nesta quarta-feira, 28, a Farmácia Básica do SUS do Campo d’Água Verde.

 

 


A unidade conta com uma pequena farmácia que a partir de quarta terá os serviços ampliados: contará com farmacêutica, haverá liberação de psicotrópicos, antibióticos, insulinas e outros medicamentos de uso controlado. “Desta forma, os pacientes não precisarão mais ir à policlínica, que fica no Centro, para retirarem os medicamentos dando maior comodidade à população”, explica a secretária de Saúde, Zenici Dreher. Desde o ano passado a secretaria articula a abertura deste espaço.

 

 

O prefeito em exercício, Renato Pike (PR), lembra que inúmeras pessoas buscam diariamente o Município para solucionarem suas necessidades de saúde. Muitas delas têm no Sistema Único de Saúde (SUS) como a única forma de acesso aos serviços e assistência à saúde. “Por isso é fundamental o trabalho que desenvolvemos na promoção, proteção e recuperação da saúde e tudo que fizermos para melhorar a vida do cidadão será essencial para este público que tanto precisa”, destaca o prefeito.

 

 



O diferencial desta farmácia básica que inaugura na quarta, a partir das 16h, será a disponibilização das fraldas geriátricas e leites especializados para quem possui prescrição médica e conforme cadastro prévio para a população que reside no Campo. “Atualmente os pacientes retiram estes produtos na prefeitura e agora as pessoas poderão ser atendidas na unidade de saúde”, enfatiza Zenici.

 

 

COMPRA DE MEDICAMENTOS

Em 2017, o Governo do Município ampliou em 17% o número de itens à disposição dos pacientes. “Ainda assim tivemos problemas com a entrega de medicamentos no início deste ano por causa de uma série de fatores: falta de matéria-prima para fazer os remédios por parte dos laboratórios, o respeito aos prazos legais dos processos licitatórios e também pela demora na entrega dos pedidos por parte das indústrias”, explica Zenici. As dificuldades com a compra de medicamentos sempre vão existir de acordo com a secretária: “há fatores que independem da nossa vontade. Há processos legais que precisam ser respeitados. Às vezes abrimos licitação e não há empresas interessadas em vender para a prefeitura. O que é nosso dever vamos sempre estar fazendo”.

 

 

A compra de medicamentos é realizada constantemente pelo Município. Até novembro do ano passado, a Secretaria de Saúde havia investido mais de R$1,6 milhão na compra de medicamentos.

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