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Brasil se consolida como epicentro da covid-19, discurso de Lula e Bolsonaro veste máscara em destaque nesta quinta-feira

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11 de março de 2021

 

 

O Globo

2.349 MORTES – COM PANDEMIA DESCONTROLADA, PAÍS É EPICENTRO DA TRAGÉDIA

O Brasil é, agora, o epicentro global da tragédia da Covid-19. O país registrou, na quarta-feira, 2.349 mortes pela doença num único dia. É o pior número de toda a pandemia, marca que foi alcançada exatamente a um dia de completar um ano em que ela foi oficialmente decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

 

 

 

 

 

  • Efeito Fachin – Queiroz pega carona em decisão
  • Pacote de US$ 1,9 tri impulsiona agenda social de Biden
  • Auxílio: deputados cedem a servidor e desidratam PEC
  • Lula ataca a condução da crise sanitária, e Bolsonaro muda de tom

 

 

 

 

 

 

 

O Estado de S. Paulo

País registra 2.349 mortes em 24h; Bolsonaro veste máscara

O Brasil registrou o recorde de 2.349 mortes pela covid-19 em 24 horas, em meio a um ritmo lento de vacinação e um sistema de saúde cada vez mais sobrecarregado. O secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, admitiu ontem que o Estado não tem “fôlego” para aumentar a oferta de leitos, especialmente de UTI. Para lidar com o crescimento da doença, São Paulo está analisando uma fase roxa, com mais restrições. O Distrito Federal reportou ontem à tarde 100% de ocupação dos leitos de UTI. A média móvel de óbitos no Brasil subiu 43% nas duas últimas semanas e atualmente está em 1.645, a maior da pandemia. O recrudescimento da doença tem feito governadores pressionarem o Executivo federal por mais vacinas – ontem, o número de imunizados com a primeira dose chegou a 9 milhões, 4,2% da população. Em meio ao avanço da covid, o presidente Jair Bolsonaro, que desde o início da pandemia minimizou a doença, mudou ontem sua conduta e usou máscara durante a sanção de projetos que buscam facilitar a compra de imunizantes.

 

 

 

 

 

 

  • Lula diz que está livre da Lava Jato e faz aceno ao centro
  • Defesa de Queiroz usa decisão pró-Lula
  • Cartão da XP acirra disputa com bancos
  • Mais de 50% dos carros novos serão SUVs
  • EUA desistem de sobretaxar alumínio do Brasil
  • Legalização da maconha avança no México
  • Câmara aprova plano de US$ 1,9 tri de Biden
  • PEC do auxílio é desidratada na Câmara

 

 

 

 

 

 

 

 

Folha de S. Paulo

Lula acena a setores para ser o contraponto a Bolsonaro

Em sua primeira manifestação após ter suas condenações anuladas e ficar livre para disputar eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que “a verdade prevaleceu” e, sem confirmar uma candidatura em 2022, buscou marcar diferenças em relação a Jair Bolsonaro, criticando o presidente pelo “desgoverno” na gestão da pandemia.

Na fala, com aceno a diferentes setores mas sem nenhum tipo de autocrítica às gestões petistas dele (2003-2010) e de Dilma Rousseff (2011-2016), Lula reiterou ataques ao ex-juiz Sergio Moro, que o condenou na Operação Lava Jato, e se disse agradecido ao ministro do STF Edson Fachin por ele “ter cumprido o que a gente reivindicava desde 2016”.

“Fiquei feliz com a verdade”, afirmou o petista, que poderá duelar com Bolsonaro nas eleições de 2022 —o petista deixou de ser ficha-suja com a decisão de Fachin na última segunda-feira.

“Este país não tem governo, este país não cuida da economia, não cuida do emprego, não cuida do salário, não cuida da saúde, não cuida do meio ambiente, não cuida da educação, não cuida do jovem, não cuida da menina da periferia”, afirmou.

Lula chamou Bolsonaro de “fanfarrão” e disse a ele “qual é o papel de um presidente da República”, citando a necessidade de avanços econômicos e sociais, em meio à crise provocada pela pandemia e à desconfiança de setores econômicos sobre sua candidatura em 2022.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • UTIs estão próximas do colapso em 16 capitais
  • País supera 2.300 mortos por dia
  • Dose em idoso de 72 a 74 começa dia 22 em São Paulo
  • Em SP, cidades pacatas lideram isolamento social
  • Pazuello reduz previsão de vacina em 5ª vez no mês
  • Variante é maioria em sete estados, aponta Fiocruz
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  • Para diminuir dano, governo desidrata PEC Emergencial
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