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“Não há irregularidades e a Comissão vai continuar”, diz presidente da CPI dos Livros

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Parecer da CGE apontou superfaturamento

A terceira sessão da CPI dos Livros, ocorrida nesta terça-feira, 16, foi marcada por ofício assinado pelos três membros da oposição que compõem a mesa diretora – Tatiane Carvalho (MDB), Marcos Homer (Podemos) e Juliana Maciel (PSDB) – encaminhado a Maurício Zimmermann (PL), Silmara Gontarek (PSL) e Wilmar Sudoski (PSD) dando ciência dos trabalhos.

Por meio de ofício, os três governistas questionaram os ritos dos trabalhos, apontando irregularidades. Até agora, somente Sudoski participou da sessão de instalação da CPI, mas sob protestos. Ele saiu antes da instalação da comissão, levando à convocação de Homer como suplente considerando que os três governistas estavam ausentes das duas reuniões seguintes.

No ofício, os oposicionistas lembram que a formação da CPI foi amplamente divulgada desde os primeiros atos, sendo, inclusive, adiada a primeira sessão pelo fato de os membros não terem sido adequadamente informados.

“Os três vereadores tiveram acesso a ata de convocação. Inclusive os vereadores Mauricio e Silmara responderam a convocação pelo Whats App e o vereador Wilmar chegou a comparecer a reunião, depois se ausentou. Portanto, não há irregularidades e a CPI vai continuar”, afirmou Tatiane, presidente da Comissão.

Foram aprovados, ainda, dois requerimentos pedindo informações à Secretaria de Educação do Município. Um dos ofícios pede lista de contatos dos diretores e servidores que tiveram acesso aos livros alvo da CPI. Os dados serão mantidos em sigilo conforme aprovado pelos membros da Comissão. O segundo ofício pede que a Secretaria de Administração informe os dados como email e telefone dos servidores públicos municipais que tiveram algum envolvimento com o processo licitatório para compra dos livros.

O Município tem prazo de 10 dias úteis para entregar a documentação.