Agilidade de Control Z envolve com o pior da juventude


Netflix/Divulgação

Série mexicana conquistou o público brasileiro com história de estudantes chantageados por um hacker

 

 

 

 

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Sucesso entre as atrações mais vistas da Netflix no Brasil, Control Z é, de fato, viciante. Com um mistério solto já no começo, logo depois de apresentar personagens um tanto quanto indigestos, fisga o espectador.

 

 

 

A série se passa em uma escola de ensino médio de alto padrão, no México, onde há toda uma fauna de adolescentes: o homofóbico que inferniza a vida do introspectivo, a patricinha que esnoba as mais desprovidas, o galã que só se importa com seu físico e o riquinho cuja fortuna do pai é de origem obscura.

 

 

 

Como em toda a escola há os grupinhos, aqui bem delimitados pela escala social que, invariavelmente, define o grau de popularidade de cada um. A hierarquia é desorganizada, no entanto, quando em uma aula, um vídeo invade o projetor e mostra alguns segredos dos mais populares da escola. Um hacker invadiu os celulares dos mais pops. A partir de então, com a desorganização dessa hierarquia, ninguém está seguro.

 

 

 

Partindo do pressuposto que todos têm algo a esconder – mais ou menos escabrosos segredos – todo mundo entra em pânico. As coisas mudam e a patinho feio da escola, Sofia, com uma intuição privilegiada passa a caçar o hacker com a ajuda do filho de um famoso jogador de futebol que acaba de chegar na escola. Com a referência do pai, ele logo é cortejado pela turminha pop da escola, mas os renega para se aproximar de Sofia.

 

 

 

A agilidade da série e o retrato sem concessões que faz das idiossincrasias juvenis chama a atenção. É o tipo de série para se consumir de uma vez só. Boa diversão.

 





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