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Trata-se do maior combate armado da história do Planalto Norte

Quando em fins do século 19 e começo do século 20 o governo neorrepublicano pensou em desenvolver a região Sul do Brasil, especialmente para intimidar os argentinos que por aqui grassavam a fim de reivindicar a propriedade do território entre o Paraná e Santa Catarina, não contava com um inimigo determinado e guerreiro: o próprio povo brasileiro que aqui vivia. Essa é a premissa de um dos maiores conflitos da história do Brasil, que ceifou pelo menos 10 mil vidas e fez brasileiros lutarem contra brasileiros, os mais fortes em favor do capital estrangeiro, configurado na Brazil Railways, empresa do estadunidense Percival Farquhar que viu na estrada de ferro que ligaria São Paulo ao Rio Grande do Sul uma ótima oportunidade de somar grandes lucros.

Conta o escritor Nilson Thomé, em sua obra “Civilizações Primitivas do Contestado”, que há mais de 15 mil anos já havia vestígios de seres humanos pela América do Sul que, muito provavelmente, andaram pelo hoje Planalto Norte Catarinense.

Eram asiáticos que, não se sabe se de forma natural ou mediante algum conflito, se mesclaram com os índios Guarani, do grupo Tupi, Kaigang e Xokleng que, por sua vez, tiveram contato com os bandeirantes paulistas no século 18, resultando no caboclo que faria a defesa da terra durante a guerra iniciada em 1912.

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