A originalidade de Killing Eve


Divulgação

Série traz frescor ao gênero policial com estranha relação entre personagens aparentemente antagônicos

 

 

 

ATRAÍDA PELO MAL


Eve Polastri (Sandra Oh, de Grey’s Anatomy) não é exatamente um gênio. Como agente do serviço secreto britânico, ela chega a ser mandada embora por causa de sua intuição que, embora errática em muitos momentos, ao menos uma vez segue uma pista promissora e consegue, em uma reviravolta bem típica da jornada do herói, se tornar chefe de uma pequena equipe encarregada de investigar uma série de crimes que têm como ele Villanelle (Jody Commer), uma excêntrica assassina tão bela quanto habilidosa no ofício de matar.

 

 

 

 

Eve cria uma obsessão por Vilanelle que, por sua vez, incapaz de sentir empatia por qualquer ser vivente, acaba desenvolvendo um estranho interesse pela agente. Tão esperta, deixa sua satisfação por matar se sobrepor a curiosidade de  para quem trabalha. Mas será que Villanelle sente mesmo prazer em matar? Está formado o enredo de uma das séries mais originais que surgiram no mar de atrações televisivas que explodem nas nossas telas semanalmente.

 

 

 

 

 

Graças ao talento indiscutível da roteirista Phoebe Waller-Bridge (atriz e produtora do não menos genial Fleabag), aliada ao talento da dupla principal, Killing Eve é sensacional. A dose certa de humor, cenas de ação que prendem e um roteiro acima da média, a série não à toa conquistou um Globo de Ouro (para Sandra) e um Emmy (para Jody), os maiores prêmios da televisão mundial.

 

 

 

 

 

 

Na primeira temporada vemos a estranha relação das duas se desenhando. Já na segunda temporada (alerta de spoiler) as duas se unem contra um bilionário. Uma terceira temporada, filmada antes da pandemia, está saindo do forno. As duas primeiras podem ser vistos no Globoplay. Diversão garantida.

 

 





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