Polícia Civil cumpre mandados em nova fase de operação contra o tráfico de drogas em Papanduva

Mandados e apreensões aconteceram em três bairros de Papanduva/Divulgação/Polícia Civil

Polícia Civil de Papanduva teve o apoio de Mafra, Canoinhas e Itaiópolis

 

Na tarde desta quinta-feira, 14, a Polícia Civil de Papanduva, com apoio de policiais civis da Delegacia de Polícia de Comarca (DPCO), Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) e Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Mafra, DIC de Canoinhas e Itaiópolis, cumpriram mandados judiciais, incluindo mandados de prisões temporárias e de busca e apreensão em residências. Os mandados foram cumpridos em investigação que visa desarticular uma associação voltada para o tráfico de drogas e controlar a venda de drogas na cidade de Papanduva.

 


 

Dentre os alvos havia casas no centro e nos bairros Santa Mônica e Cohab 2. A operação resultou em três prisões durante esta quinta-feira, 14, sendo que dois investigados encontram-se com mandados de prisão para cumprimento. As diligências irão continuar até sua efetivação.

 

 

A operação policial denominada “Melinoe” visa prender os suspeitos de comandar o tráfico de entorpecentes no município, bem como desarticular os pontos de venda. Foram apreendidas na operação grande quantia em dinheiro e grandes porções de cocaína e crack. Em uma das casas que comercializam drogas foi apreendido um terminal para recebimento por cartão de crédito.

Divulgação/Polícia Civil

 

As investigações foram iniciadas em agosto de 2018, quando a Polícia Civil de Papanduva prendeu pessoas por suspeita de pertencer a mesma quadrilha. Todas foram alvos da Operação Melinoe, que foi realizada em três partes: a primeira em 14 de agosto de 2018, a segunda em 31 de agosto de 2018 e a última nesta quinta-feira, 14.



 

 

Nas duas primeiras etapas foram detidos suspeitos de pertencer a quadrilha. Os dois principais alvos da operação ainda permanecem presos, sendo que um deles já soma sentença penal de 11 anos e 5 meses.

 

 

A operação ganhou esse nome devido a um dos investigados, que era responsável por coordenar toda a atividade criminosa e que sempre era um “fantasma” nos depoimentos. Melinoe é a deusa grega dos fantasmas, de onde então surgiu a inspiração para o nome.

 

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