Caso Marielle segue sem solução e Massacre em escola de Suzano em destaque

Foto: Reprodução/ TV Globo

14 de Março de 2019

 

Diário Catarinense


 

Comissão que investiga quedas de energia e valor da fatura de luz recebeu 48 reclamações

 

Governador assina repasse e recebe pauta de reivindicações na primeira visita a Blumenau

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O Globo

 

Manchete : O horror na escola

EXECUTADO COM CRUELDADE, NOVO MASSACRE FAZ 10 MORTOS

Eram 9h42m quando Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, entraram na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, e atacaram a esmo alunos e funcionários, usando revólver, machado, coquetéis molotov e até uma besta, espécie de arco medieval. Cinco estudantes e duas funcionárias morreram, e 11 pessoas ficaram feridas. Quando a dupla foi encurralada pela polícia num corredor, Guilherme matou o comparsa e se matou. Antes do massacre, eles haviam assassinado um tio de Guilherme ali perto. Câmeras revelam em detalhes o horror da ação no colégio, que reacendeu o debate sobre a flexibilização do porte de armas. “Porte de arma em área urbana é caminho para a barbárie”, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. (PÁGINAS 4 a 12)

 

Suspeito fez buscas sobre Marielle e arma do crime

Vestígios na internet indicam que assassinato da vereadora começou a ser planejado em 10 de novembro de 2017. (PÁGINA 14)

 

Imagem de Bolsonaro leva a troca de embaixadores

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a troca de 15 embaixadores e deu como motivo a insatisfação com sua imagem no exterior. (PÁGINA 28)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete : 15 minutos de terror na escola

Dois ex-alunos assassinaram estudantes e funcionárias de colégio em Suzano; menor matou comparsa e se suicidou

Eram 9h42 quando G.T.M., de 17 anos, invadiu a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, e abriu fogo contra estudantes e funcionários que encontrou pela frente. Segundos depois, armado com uma besta e uma machadinha, Luiz Henrique de Castro, de 25, seguiu o comparsa. O massacre durou 15 minutos. Duas funcionárias e cinco estudantes foram assassinados e outras 11 pessoas ficaram feridas. Quando a polícia chegou, G.T.M. matou o parceiro e se suicidou. Antes do ataque, o menor assassinou o tio. Pais, vizinhos e professores tentam entender a motivação para a chacina. A polícia investiga se a dupla planejou o crime em um fórum de jogadores de videogame. Também quer saber como conseguiram as armas usadas na ação. Funcionários protegeram os alunos e evitaram que a tragédia fosse ainda maior. Estudantes relataram momentos de pânico. “Havia umas dez pessoas comigo no banheiro, rezamos, pedindo para viver”, contou a estudante Maria Paula Guimarães de Lima, de 16 anos. A Secretaria da Educação estuda reforço da segurança em escolas “vulneráveis”.
METRÓPOLE / PÁGS. A19 a A22

 

Tragédia reabre debate sobre o porte de armas (Pág. A22)

 

Por Previdência, Guedes adia PEC do Orçamento

Para não atrapalhar a reforma da Previdência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, adiou o envio ao Senado da PEC que desvincula recursos do Orçamento de gastos com saúde e educação.
ECONOMIA / PÁG. B1

 

Bolsonaro trocará diplomatas para melhorar imagem

O presidente Jair Bolsonaro disse que vai trocar a chefia de 15 representações diplomáticas do País, entre elas EUA e França. Objetivo, segundo Bolsonaro, é melhorar a imagem dele no exterior.
POLÍTICA / PÁG. A4



 

Governo trava projeto ambiental que tem ONG (Economia / Pág. B5)

 

Após prisões, delegado se afasta do caso Marielle (Metrópole / Pág. A23)

 

Diplomacia medíocre 

A nova política externa brasileira, conforme relatado pelo chanceler Ernesto Araújo, mistura interesses comerciais com motivações de caráter explicitamente religioso. PÁG. A3

 

Educação à deriva

É de suspeitar que os problemas da educação não sejam sequer conhecidos por quem deveria dar-lhes soluções. PÁG. A3
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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Ex-alunos invadem escola e matam estudantes e funcionários em Suzano

EM AÇÃO ANTERIOR, DUPLA MATOU PARENTE 
APÓS ATAQUE, UM ATIROU NO OUTRO E DEPOIS SE SUICIDOU 
REVÓLVER CALIBRE 38, CARREGADORES, MACHADOS E BESTA FORAM UTILIZADOS

Um homem e um adolescente mataram pelo menos sete pessoas — cinco estudantes e duas funcionárias — e feriram outras 11 em ataque na escola estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (Grande São Paulo), na manhã de ontem. Luiz Henrique de Castro, 25, e Guilherme Monteiro, 17, também mataram um empresário, tio do segundo, antes da ida ao colégio. Os atiradores, ex-alunos da instituição, levavam um revólver calibre 38, quatro carregadores, uma besta (arma que dispara flechas), machados, uma caixa que aparentava ser de explosivos e coquetéis molotov. Com a chegada da polícia, um deles matou o outro e em seguida se suicidou, segundo a corporação. A Secretaria da Educação de SP disse que revisará procedimentos de segurança nas escolas e que está em estudo um projeto para ampliar a proteção nas mais vulneráveis. (Cotidiano B1 a B5)

 

Após 6h de silêncio, Jair Bolsonaro chama tragédia de ‘monstruosidade’ (B4)

 

Políticos usam episódio para defender posições sobre desarmamento (B4)

 

Senadores aprovam adesão automática a cadastro positivo

O Senado aprovou projeto de lei que torna automática a adesão dos cidadãos ao cadastro positivo, um banco de dados com o histórico de crédito do consumidor. Até então, a pessoa só podia ter os dados compilados caso desse autorização. (Mercado A23)

 

Bolsonaro dorme com arma do lado da cama no Alvorada

Para Jair Bolsonaro, há riscos no Palácio do Alvorada, apesar do forte esquema de segurança, o que justificaria dormir com uma arma. A declaração foi dada durante café da manhã com jornalistas, antes da divulgação do episódio ocorrido em Suzano (Grande SP). Sobre Previdência, projetou aprovação rápida da reforma, ainda que com modificações: “A boa reforma é a aprovada”. Sobre seu ministro do Turismo, envolvido em candidaturas de laranjas, afirmou ter pressa no caso para não “sangrar O governo”. (Poder A12)

 

Um ano após morte, Marielle inspira projetos de jovens

Mulheres jovens, negras e criadas em favelas, a exemplo de Marielle Franco, tiveram a vereadora como inspiração para desenvolver projetos sociais e políticos. É o caso de Milena Santos, 24, e Blenda Paulino, 20, que fundaram no Rio um coletivo para discutir política. “Ela falava que não tinha vocação para ser mártir, mas foi o que acabou se tornando”, diz Milena. A imagem de Marielle, morta há exatamente um ano, espalha-se por muros, no Brasil e fora. Anteontem, a polícia deteve dois suspeitos do crime. (Cotidiano B6 e Ilustrada C6)

 

Previdência deve ter transição mais suave para militar

O aumento no tempo mínimo de serviço, de 30 para 35 anos, deve valer apenas para novos integrantes de carreiras militares. O projeto prevê pedágio para os que estão na ativa, de 15% a 20% no tempo para aposentadoria, contra 50% no INSS. (Mercado A19)

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